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Frutíferas

Pouteria viridis / sapota-verde (green sapote)

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Fruto ovóide, pontiagudo no ápice, de 9-10 cm de comprimento x 6-8 cm de diâmetro. A casca é lisa, fina e verde-oliva, com polpa de altíssima qualidade, marrom-avermelhada e desprovida de fibras ou granulações. O sabor, doce e agradável, tem algo de amêndoas, intermediário entre o do mamei (P. sapota) e o do sapoti (Manilkara zapota). Por esta razão, é chamado de "injerto" (enxerto) na Guatemala, acreditando o povo tratar-se um híbrido entre os dois últimos. Árvore de 8-10 m em cultivo, assemelhando-se muito à do mamei. Suas folhas são, contudo, menores (10-25 cm x 4-10 cm), acinzentadas na face inferior. Os ramos e folhas jovens são densamente pilosos.

Usos: Deliciosa ao natural, pode também ser utilizada em diversas sobremesas, da mesma maneira que o mamei (P. sapota) e a lucuma (P. lucuma). A árvore possui diversos atributos ornamentais e pode ser utilizada em paisagismo.

Cultivo: Regiões tropicais de altitude, ou subtropicais desde o nível do mar até elevações moderadas. Não tolera calor extremo, nem produz bem em lugares quentes. Recomendada para os estados da Região Sul, ou serrana no restante do país. Solos bem drenados e férteis, a pleno sol.

Origem: Regiões montanhosas de Guatemala (Alta Verapaz), Honduras, Costa Rica (San José) e México (San Luis Potosi), em altitudes de 1200 a 1800 m.

Família: Sapotaceae.

Observações: Ainda muito rara em cultivo no Brasil, merece destaque em pomares que atendam seus requerimentos climáticos.

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